DESTINY 2 | Primeiras Impressões

Ficámos mortinhos por jogar mais deste Destiny 2!

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Como alguém que jogou 250 horas do Destiny original e das duas primeiras expansões, tinha alguma expectativa para a sequela que a Activision planeia lançar no próximo mês de Setembro. Apesar das horas gastas, nunca cheguei a dar o salto para o The Taken King, e muito menos o Rise of Iron. No entanto, é inegável que com um videojogo totalmente novo, a curiosidade de regressar ao mundo criado pela Bungie era enorme.

A beta de Destiny 2 decorreu entre o passado dia 18, para quem tinha pré-reservado ( a beta aberta começou a 21 de Julho), e 25 de Julho. A Bungie disponibilizou as três classes que já existiam no videojogo anterior, e que aparentemente também serão as únicas disponíveis nesta, a missão inicial Homecoming, um strike de nome Inverted Spire e dois modos de jogo do Crucible (Countdown e Control).

A missão Homecoming demonstra que a Bungie quer fazer algo mais épico e profundo, com uma história forte e personagens verdadeiras que lutam junto ao protagonista, ao contrário da campanha desinspirada e pobre do primeiro videojogo. O ataque dos Cabal ao Traveler é épico em escala, e traz-nos alguns visuais impressionantes, com todo o mundo que conhecemos do primeiro videojogo a desmoronar-se. Dominus Ghaul, o líder da Red Legion, promete ser um vilão memorável e bem construído ao contrário dos Vex do primeiro videojogo, cuja única motivação que tinham era destruir tudo.

Ver a Torre e o Traveler em fogo e a desmoronarem-se é um começo marcante para quem gastou um número de horas infindáveis no Destiny original. Os Cabal prometem ser um inimigo duro de roer. O cliffhanger no qual a missão termina promete deixar qualquer jogador desejoso de ver como tudo vai continuar, e a salivar para que o dia de lançamento do videojogo chegue o mais depressa possível.

O strike Inverted Spire mostrou uma Bungie que quer aproximar um pouco os seus strikes aos raids. Inverted Spire demonstra uma refinação e evolução nos strikes do original, com momentos de grande nível e em que o trabalho de equipa é necessário. O boss final é definitivamente espectacular. Um Vex gigante de nome Protheon era o que tínhamos de enfrentar para terminar o strike.

Esta batalha estava dividida em três fases com dificuldade cada vez mais acrescida, e em que a configuração do local ia mudando à medida que avançávamos. Eu e os meus amigos tivemos alguma dificuldade, e foi necessária coordenação e trabalho de equipa para derrotar o gigante Vex que se ia tornando mais agressivo por cada tiro que levava, e cada vez apareciam também mais inimigos à sua volta para nos atacarem. Agora é esperar que todos os strikes tenham esta escala e momentos épicos, e que não estejam apenas presentes num ou dois strikes.

O Crucible passou a ser 4vs4, em vez do 6vs6 do original. É agora muito mais necessário existir um trabalho de equipa. O modo Control é ainda muito similar ao anterior, com a diferença de que os pontos A e C começam automaticamente capturados pelas respectivas equipas, ao contrário do primeiro videojogo. O modo Countdown é uma versão menos agressiva dos Trials of Osiris. O trabalho de equipa é absolutamente necessário para colocar as cargas explosivas nos locais, ou defendê-las. Reviver apenas pode ser feito por colegas de equipa, ao contrário do Control, onde apenas temos de esperar um pouco até podermos regressar automaticamente à acção.

Por último, a Bungie abriu por uma hora no Domingo último o espaço social The Farm, mas sem qualquer NPC. É um espaço agradável com um campo de futebol e em que a maioria decidiu andar a passear pelos cabos para andar de telhado em telhado. Dele podemos ver o Traveler caído. De resto, não há muito mais a dizer sobre o local, por agora, visto que não havia nada para fazer.

A beta de Destiny 2 não teve muito conteúdo disponibilizado pela Bungie, mas o que teve serviu para aguçar o apetite para o videojogo completo, e mostrou que a Bungie planeia fazer várias mudanças que deverão agradar tanto a novos jogadores como a outros que regressem. Destiny 2 chega à PS4 e à Xbox One no dia  06 de Setembro. Os jogadores que preferirem a versão PC, terão de esperar até 24 de Outubro para adquirir o videojogo.

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